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AgropecuáriaBrasilMundo

Pesquisadores e cientistas internacionais apontam que Embrapa é responsável por revolução na agricultura do Brasil

Redação
Última atualização: 1 de dezembro de 2025 19:45
Redação
4 meses atrás
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O estudo destaca o custo-benefício do investimento, em uma relação média de 17 para 1, o que significa que para cada R$ 1 investido na Embrapa, R$ 17 retornaram à sociedade em benefício
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Brasil – Pesquisadores de importantes universidades e instituições americanas avaliaram como crucial o papel da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para uma “revolução” na agricultura do Brasil nos últimos 50 anos.

Contents
  • Estrutura e geografia
  • Ciência e tecnologia
  • Perfil técnico

Em artigo publicado no mês de novembro passado, no repositório científico Social Science Research Network (SSRN), eles atribuem ao investimento público em pesquisa e desenvolvimento o aumento de 110% na produtividade agrícola nacional, o que, segundo o estudo, torna a instituição uma referência como alavanca para o setor em um país em desenvolvimento.

O artigo é assinado por Ariel Akerman, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); Jacob Moscona, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT); Heitor S. Pellegrina, da Universidade de Notre Dame; e Karthik Sastry, do Departamento de Economia da Universidade de Princeton.

Estrutura e geografia

Conforme a publicação, o sucesso do modelo da Embrapa se deve não apenas à escala do investimento, mas principalmente à sua estrutura e seu escopo geográfico. De acordo com os autores, a natureza descentralizada da Embrapa, que conta atualmente com 43 unidades espalhadas por regiões diversas do Brasil, em vez de concentrá-los em uma única sede, explica mais da metade dos ganhos de produtividade.

“Descobrimos que um mecanismo importante para o efeito macroeconômico da Embrapa é o redirecionamento da inovação para as necessidades locais”, escrevem os autores.

Nossos resultados são, até onde sabemos, a primeira evidência empírica direta de como uma mudança política específica, neste caso, um ‘grande impulso’ em pesquisa e desenvolvimento público, pode permitir que um país em desenvolvimento, como o Brasil, escape da ‘armadilha do desajuste tecnológico'” – trecho do estudo

A Embrapa foi crida em 1973, no governo de Emílio Garrastazu Médici, como uma corporação pública de pesquisa com a missão explícita de desenvolver ciência e tecnologia localmente relevantes. O Brasil enfrentava crescentes pressões sobre o setor de produção de alimentos, devido à rápida urbanização e ao crescimento populacional no fim da década de 1960, e dependia, cada vez mais, de oferta estrangeira.

Ciência e tecnologia

Um dos fundadores da Embrapa, Eliseu Alves, identificou que o principal problema era a ausência de ciência capaz de gerar tecnologia adequada ao que o Brasil precisava. O grupo de trabalho encarregado de projetar a instituição estabeleceu três princípios organizacionais para a iniciativa: descentralização, escala de investimento e desenvolvimento de capital humano.

O objetivo central era estudar todas as regiões e ecossistemas do Brasil, em oposição ao modelo que funcionava até então, concentrado em poucas áreas. Com a criação da Embrapa, várias estações do antigo Departamento Nacional de Pesquisa e Experimentação Agropecuária, do Ministério da Agricultura, foram transformadas em Centros Nacionais de Pesquisa ou Unidades de Execução de Pesquisa.

O montante investido nos anos iniciais foi fundamental para o sucesso da Embrapa. Conforme relatório produzido por pesquisadores da instituição ainda em 1988, os recursos aplicados evoluíram de US$ 23,5 milhões em 1974, ano inicial da implantação efetiva, para US$ 190,7 milhões em 1987.

Perfil técnico

Uma proporção significativa desse investimento foi direcionada para instalações físicas, como bibliotecas e equipamentos, e para contratação e treinamento de recursos humanos qualificados. O perfil técnico da empresa passou de 15% de pós-graduados em 1974 para cerca de 85% de pesquisadores com mestrado ou doutorado em 1987.

O artigo publicado no último dia 5 de novembro, intitulado (em tradução livre) “P&D públicos aliados ao desenvolvimento econômico: a Embrapa e a revolução agrícola brasileira”, destaca o custo-benefício do investimento, que teria uma relação média de 17 para 1. Isso significa que para cada R$ 1 investido na Embrapa, R$ 17 retornaram à sociedade em benefícios.

Ainda conforme os autores, os pesquisadores da Embrapa foram capazes de redirecionar o foco da pesquisa para a ciência e tecnologia localmente relevantes, superando o que os acadêmicos chamam de “armadilha do desajuste tecnológico”.

Os trabalhos foram direcionados explicitamente às condições ecológicas particulares do Brasil, como biomas, pragas e patógenos importantes regionalmente. A Embrapa conseguiu superar as restrições de produtividade em regiões mais remotas e com capacidade de pesquisa preexistente limitada.

Utilizando dados em nível de pesquisador, compilados a partir dos currículos de todos os cientistas agrícolas no Brasil, mostramos que a Embrapa redirecionou a pesquisa para as culturas básicas localmente importantes e para as condições ecológicas particulares do Brasil, em parte, ao sustentar pesquisa produtiva mesmo em regiões remotas e com escassez de pesquisa” – trecho do artigo

(Com Gazeta do Povo)

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