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O Portal do Agro > Blog > Brasil > Brasil mantém tranquilidade enquanto espera decisão da China sobre importação de carne bovina brasileira
BrasilPecuária

Brasil mantém tranquilidade enquanto espera decisão da China sobre importação de carne bovina brasileira

Redação
Última atualização: 29 de novembro de 2025 19:19
Redação
3 meses atrás
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A maior parte da carne brasileira segue para processamento nas empresas da China e não “tira mercado” dos chineses
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Brasil – O adiamento por mais dois meses da investigação da China sobre o aumento das exportações de carne bovina, principalmente do Brasil, não gerou alívio completo aos frigoríficos nacionais, mas garantiu mais tranquilidade no fim de um “ano histórico”.

Contents
  • Exportações
  • Forma proporcional
  • Cota global
  • China ganha tempo
  • Diferenças

O processo, que pode resultar na aplicação de alguma salvaguarda pelo maior cliente da proteína brasileira, como cotas e tarifas, só será concluído em janeiro de 2026. Os chineses apuram se houve dano ao seu mercado interno pelo aumento do volume importado entre 2019 e 2024.

Exportações

O processo não é focado apenas na indústria exportadora brasileira, mas gera preocupação. Mesmo com a revogação das tarifas dos EUA, segundo maior mercado, os frigoríficos nacionais não consideram perder espaço na China. De janeiro a outubro, o Brasil exportou 2,79 milhões de toneladas de carne bovina para mais de 160 destinos, com valor acumulado de US$ 14,31 bilhões.

Os chineses importaram quase a metade: 1,34 milhão de toneladas e US$ 7,1 bilhões. A expectativa é finalizar 2025 com 1,6 milhão de toneladas enviadas aos portos da China e o recorde de 3 milhões de toneladas para o mundo todo, com faturamento próximo de US$ 15 bilhões.

Forma proporcional

Extraoficialmente, quem acompanha a investigação avalia que há algumas possibilidades na mesa. Uma delas é a China adotar uma cota global para importação de carne bovina dividida de forma proporcional aos países exportadores com tarifa específica para o excedente. Nessa linha, o Brasil não seria tão prejudicado, pois é o principal fornecedor atualmente.

Com a eventual adoção dessa salvaguarda, a avaliação no setor é que poderiam ser fixadas cotas “generosas” para não prejudicar os exportadores já presentes e estabelecidos no mercado chinês, mas criar barreiras a novos entrantes. A medida, na prática, funcionaria como um congelamento da estrutura atual de mercado.

Cota global

Os chineses também podem optar por estabelecer uma cota global, com critérios específicos, administrada pela Administração-Geral de Alfândegas do país (GACC, na sigla em inglês). A medida seria “muito ruim” para o Brasil e teria capacidade de “bagunçar o mercado”, disse uma fonte a par do assunto.

O setor privado brasileiro aguarda a decisão para se manifestar. Do ponto de vista jurídico, a avaliação dos exportadores é que o processo de investigação da China viola as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC). Se a decisão em janeiro for muito negativa para o mercado, o Brasil poderá acionar o organismo internacional para abertura de um caso contra os chineses.

China ganha tempo

O novo adiamento faz a China “ganhar tempo” na sua prioridade de negociação comercial com os EUA. O preço da carne no mercado chinês iniciou uma recuperação, o que reduz a percepção de dano causado pelas importações, avaliam fontes. O desafio chinês é respeitar compromissos internacionais do multilateralismo e, ao mesmo tempo, responder às pressões do setor produtivo doméstico.

Os EUA não têm capacidade de suprir a demanda chinesa da proteína animal, lembrou uma fonte. Em 2024, por exemplo, os americanos venderam menos de 140 mil toneladas de carne para a China, enquanto o Brasil exportou mais de 1,3 milhões de toneladas.

Diferenças

Os produtos embarcados por brasileiros e americanos têm características e finalidades diferentes. A carne americana tem maior valor agregado e é vendida em cortes para consumo dos chineses. A proteína brasileira é destinada a receitas com molho, de menor valor agregado.

Outra fonte disse que a China não tem muita “escolha” na questão dos fornecedores. “O Brasil não vai diminuir preço nem descontar tarifa ou qualquer coisa, vai embutir no preço. A carne vai ficar mais cara”, disse. “Eles querem que paremos de exportar, mas quem cobre essa demanda? Eles não têm produção interna para isso, muito menos nossos concorrentes. O Brasil cresceu lá no espaço deixado pelos EUA e Austrália e não porque aumentou o consumo”, avaliou.

Estão tentando manter um número de importação que não afete o preço da produção local. Estão perdendo muito dinheiro” – dono de frigorífico

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) aguardam a decisão chinesa para se manifestar. A Abiec se habilitou para participar do processo e enviou informações sobre o aumento das exportações brasileiras para lá.

A estratégia foi demonstrar que os produtos que o Brasil exporta complementam a indústria chinesa. A maior parte da carne brasileira segue para processamento nas empresas locais e não “tira mercado” dos chineses.

(Com informações do site Globo Rural)

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