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Boletim Agropecuário da Fapespa traz o Pará consolidado no protagonismo nacional na agropecuária

Redação
Última atualização: 27 de dezembro de 2025 10:24
Redação
2 meses atrás
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De acordo com os dados, o Pará consolidou-se como o segundo maior produtor de bovinos do país, com um rebanho de 25,6 milhões de cabeças em 2024
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Pará – O Boletim Agropecuário Paraense 2025, lançado na quinta-feira, 18, pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), confirma o fortalecimento do campo como um dos principais vetores da economia paraense, com avanços significativos na pecuária bovina e bubalina, na aquicultura, na produção agrícola e nas exportações, reafirmando o protagonismo do estado no setor agropecuário brasileiro.

Contents
  • Setores
  • Agricultura em expansão
  • Municípios em destaque
  • Criação animal
  • Empregos no setor
  • Análise técnica

Setores

De acordo com os dados, o Pará consolidou-se como o segundo maior produtor de bovinos do país, com um rebanho de 25,6 milhões de cabeças em 2024, o equivalente a 10,7% do total nacional, e registrou crescimento de 2,1% em relação ao Brasil, impulsionado pela expansão da fronteira pecuária e a presença de grandes polos produtivos.

Na criação de búfalos, o estado manteve a liderança nacional, concentrando 42,9% do rebanho brasileiro, com 775,1 mil cabeças, majoritariamente localizadas no arquipélago do Marajó. O município de Chaves se destacou como maior produtor do país.

O setor aquícola também apresentou crescimento expressivo e triplicou entre 2013 e 2024, atingindo 16,7 mil toneladas. O Pará manteve um ritmo de crescimento acima da média nacional, com destaque para o cultivo do tambaqui, responsável por cerca de 60% da produção estadual.

Agricultura em expansão

Mesmo com apenas 1% da área agricultável do país, a agricultura paraense gerou R$ 35,9 bilhões em valor de produção em 2024, um crescimento médio de 8% ao ano, desde 2000. O Estado saltou da 17ª para a 8ª posição no ranking nacional de valor da produção agrícola, aumentando sua participação de 2,4% para 4,6%.

Na lavoura permanente, o valor total chegou a R$ 20,6 bilhões em 2024, um aumento de 39,7% em relação ao ano anterior. Cinco culturas responderam por aproximadamente 95% do valor total: cacau (37,4%), açaí (36,1%), dendê (10,8%), pimenta-do-reino (6,1%) e banana (5,2%). Os destaques foram o salto do cacau, com crescimento de 259,3%, e da pimenta-do-reino, com 147,4% de aumento em valor.

Já a lavoura temporária somou R$ 15,3 bilhões, com leve retração de -2,9%. A soja liderou com R$ 7,2 bilhões (47,7%), seguida pela mandioca, com R$ 4,7 bilhões (30,3%). Houve queda expressiva no valor do milho, de -25,9%. A produção está concentrada: 10 municípios respondem por mais da metade do valor da lavoura temporária, com Paragominas na liderança, representando 11,9% do total.

Municípios em destaque

Quatro municípios paraenses estão entre os dez maiores produtores de bovinos do Brasil: São Félix do Xingu, Marabá, Novo Repartimento e Altamira. São Félix do Xingu lidera o ranking nacional, com 2,5 milhões de cabeças (1,1% do rebanho brasileiro). Altamira e São Félix apresentaram crescimento em 2024, enquanto Marabá e Novo Repartimento registraram leve retração.

Ao todo, dez municípios concentram 41,1% do rebanho bovino estadual, com destaque para São Félix do Xingu (9,9%), Marabá (5,1%) e Novo Repartimento (4,9%). Outros municípios como Cumaru do Norte (2,9%), Santana do Araguaia (2,6%) e Altamira (1,3%) também apresentaram crescimento expressivo.

O conjunto dos demais municípios, que representam 58,9% do efetivo estadual, teve crescimento de 3,3%, desempenho superior ao dos municípios ranqueados e principal responsável pelo aumento total do rebanho paraense.

A evolução histórica do rebanho bovino em São Félix do Xingu revela um avanço notável a partir dos anos 2000, com um crescimento exponencial da atividade. O município ultrapassou Corumbá (MS) e se consolidou como o maior produtor de bovinos do país.

Criação animal

A diversidade da pecuária paraense também se reflete em outras criações. Em 2024, São Félix do Xingu liderou o rebanho equino (29,5 mil cabeças) e ovino (18 mil cabeças); Cametá se destacou na suinocultura, com 31,5 mil cabeças; Chaves liderou na criação de caprinos, com 4,8 mil cabeças; e Santa Izabel do Pará concentrou a maior produção de galináceos, com 7,6 milhões de aves.

O boletim aponta que a agropecuária ocupa 18,4% do território paraense, majoritariamente com áreas de pastagens. Cerca de 70% dessas áreas foram desmatadas antes de 2008, o que reforça o papel da intensificação produtiva e da recuperação de áreas já abertas como estratégias para o desenvolvimento sustentável.

Em 2024, o Pará exportou 160,5 mil toneladas de carnes, um aumento de 51,1% em relação a 2023. O pescado também se manteve como item relevante da pauta exportadora, com o estado ampliando sua participação nas exportações brasileiras nos últimos anos.

Empregos no setor

No cenário nacional, o setor agropecuário manteve-se com mais de 8 milhões de trabalhadores. No Pará, o número de ocupados chegou a cerca de 500 mil pessoas em 2024, após pico superior a 700 mil em 2021. O estudo destaca que o emprego rural apresenta variações sazonais e conjunturais, afetadas por fatores econômicos, climáticos e mercadológicos.

Entre 2002 e 2022, o Valor Adicionado Bruto (VAB) da agropecuária no Produto Interno Bruto (PIB) do Pará apresentou crescimento expressivo, com aceleração a partir de 2019 e pico histórico em 2021. Esse desempenho superou a média nacional e reflete ganhos de produtividade, expansão das atividades e diversificação da base produtiva agropecuária no estado.

Análise técnica

Produzido pela Diretoria de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas e Análise Conjuntural (Diepsac), o Boletim Agropecuário Paraense 2025 utiliza bases de dados oficiais como IBGE (PPM, PAM, PEVS), PNAD Contínua, RAIS, Banco Central, COMEX STAT, entre outras.

O estudo mostra o grande potencial do setor agropecuário do Pará, que vem avançando com base na ciência, tecnologia e inovação, promovendo aumento da produtividade, valorização dos produtos e sustentabilidade – Marcel Botelho, presidente da Fapespa

O Boletim Agropecuário tem atestado ano após ano que o Pará é uma das maiores potências do setor no Brasil e no mundo. Com o Brasil ultrapassando os Estados Unidos na liderança da produção bovina mundial, o Pará, que tem o segundo maior rebanho nacional, consolida sua relevância. Além disso, lideramos a produção de cacau, mandioca e búfalos, e somos o maior produtor nacional e mundial de açaí” – Márcio Ponte, diretor técnico da Fapespa

A última atualização do Boletim revela que o setor agropecuário tem desempenhado um papel estratégico na consolidação do desenvolvimento econômico do Pará. A diversidade de biomas, a vasta disponibilidade de recursos hídricos e a extensão territorial conferem ao estado condições favoráveis para a expansão de atividades como a pecuária, a agricultura familiar e o cultivo de grãos, além do fortalecimento de cadeias produtivas como as do cacau, açaí e dendê.

O boletim completo está disponível no site da Fapespa, na aba de publicações: http://www.fapespa.pa.gov.br

(Com informações da Agência Pará/ Fapespa)

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